Com derrota do São Paulo para o River Plate Diniz vê pressão aumentar no São Paulo


Raí diretor executivo de futebol do São Paulo bancou a permanência do técnico no cargo



Após a derrota para o River Plate definiu a eliminação do time na fase de grupos da Libertadores, as pressões sobre o técnico Fernando Diniz só aumentaram. Mesmo sendo alvo de fortes críticas por parte da torcida, Raí, diretor executivo de futebol do time bancou a permanência do técnico no cargo.

Dois pontos são ditos como positivos para a permanência do técnico no cargo: O primeiro é que o time está na terceira posição no Brasileirão, o segundo é que fim da gestão do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que sai em dezembro.

Internamente o trabalho do treinador é bem avaliado, apesar dos resultados ruins. O clube vai eleger um novo presidente no final do ano e essa mudança na gestão e a chegada do fim de ano tornariam o contexto desfavorável para uma eventual troca no comando nesse momento.

Como próximos adversários no Brasileirão, o São Paulo (enfrenta o Coritiba, neste domingo, no Couto Pereira) e a Copa do Brasil (vai pegar o Fortaleza nas oitavas de final). Para conseguir uma vaga na Sul-Americana, competição ainda sem data para retorno, é necessário que o São Paulo consiga ficar na terceira posição do Grupo D da Libertadores. No dia 20 de outubro o time fecha sua participação contra o Binacional, no Morumbi. Um empate garante a terceira posição.

Mesmo com a permanência, a volta do futebol, paralisado por alguns meses por causa pela pandemia de Covid-19, só fizeram aumentar as pressões sobre Fernando Diniz. A queda na fase de grupos da Libertadores é a segunda eliminação do São Paulo de Diniz. Antes, o time caiu nas quartas de final para o Mirassol, no Paulistão.

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