Com três meses de atraso, Vasco se vê diante de dilema onde jogadores podem rescindir o contrato unilateralmente


Hoje o Vasco completa três meses de atrasos nos pagamentos, a grande preocupação é com a possibilidade de perda de ativos, o que permite aos jogadores rescindir unilateralmente os contratos, deixando o time sem grande de seus nomes na grade.



Existe uma mobilização atualmente para pagar pelo menos uma folha salarial em atraso. Vale lembrar que no início do mês, o clube quitou os últimos débitos de 2019 relativos às folhas salariais – com exceção dos direitos de imagem pagos a cerca de 20% do elenco.

No início do ano, o goleiro Fernando Miguel afirmou que os jogadores são “parceiros do clube”, porém para efeitos jurídico-trabalhistas ao chegar a três meses de atraso. E a relação entre diretoria e jogadores vem sendo conduzida de maneira pouco turbulenta nos últimos tempos, dando ares de instabilidade entre a pausa por conta da pandemia e o atraso nos pagamentos.

Antes desse prazo de três meses fechar, perder jogadores como Ricardo Graça, Andrey, Marrony e Talles Magno era um pesadelo improvável, porém a partir de hoje, jogadores poderão rescindir unilateralmente seus contratos com o clube. O agravante é que mesmo antes da paralisação por conta da pandemia, já ocorria segundo o capitão da equipe, Leandro Castan, instabilidades junto as negociações para as reduções nos valores dos vencimentos.

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