Pedido da Federação Catarinense de Futebol (FCF) pela volta dos jogos com portões fechados, é negado pelo Governo de Santa Catarina


No intuito de mantém veto aos esportes com aglomerações em meio à pandemia, a Federação Catarinense de Futebol (FCF) teve seu pedido pela volta em 16 de maio, negado pelo Governo de Santa Catarina. A confirmação ocorreu na noite desta terça-feira por meio de comunicado oficial. As autoridades de saúde, avaliaram que não há possibilidade para a retomada, mesmo com portões fechados, de atividades gerem aglomeração ou contato físico.



O governo alega em sua nota oficial, de que há risco iminente de propagação da Covid-19 caso permita a retomada dos treinos e jogos.

Até a noite desta terça-feira, o estado de Santa Catarina, contabilizava 1.995 casos da doença, com 44 óbitos. O governador Carlos Moisés (PSL), prorrogou o veto de práticas esportivas até 31 de maio. Houve a liberação por parte do governo, para a atividades ao ar livre, com regras de segurança obrigatórias, como distanciamento de 4 metros entre as pessoas, uso obrigatório de máscaras, porém tais medidas não se aplicam ao futebol.

O campeonato estadual foi paralisado em 16 de março, um dia após o fim da primeira fase. A Federação tinha a esperança de ter o desejo atendido pelo governo, visto que há 10 dias, entregou as autoridades o “Guia Médico de sugestões protetivas na Retomada Progressiva do Futebol Profissional de Santa Catarina de forma segura”.

Mas após a negativa do governo a Federação Catarinense e da SCclubes (Associação de Clubes de Santa Catarina) ainda não se manifestaram.

Veja a nota do Governo Catarinense:

O Governo do Estado informa que indeferiu o pedido referente ao retorno gradual da atividade de futebol profissional em Santa Catarina.

O governador Carlos Moisés entrou em contato com o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, para comunicá-lo da decisão, e fez o mesmo com o presidente da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCclubes), Francisco Battistotti.

Na avaliação das autoridades estaduais de saúde, há impossibilidade de retomada das atividades coletivas, que gerem aglomeração ou contato físico, sob a alegação de que há risco iminente de propagação da Covid-19.



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